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domingo, 5 de setembro de 2010

Para se Inspirar... Clois - Undisclosed desires, by TheSleepyhead82




Letra de música sugestiva...

Os 7 Contos Proibidos Clois V - Sweet Dreams



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A pergunta é: Com o que você costuma sonhar?




“Às vezes, quando nos “encontramos”, sinto arrepios indescritíveis. Não consigo pensar que preciso respirar para viver. Meu coração simplesmente para. E quando coloco minha cabeça no travesseiro, vem a lembrança do momento. Meu Deus... meu corpo funciona no sentido anti-horário. Minha respiração é tão profunda que posso até gemer. As batidas do meu coração tão fortes que posso até sentir dor. E todo meu corpo... estremece. Impossível não imaginar que ele está entrando pela minha janela e tomando-me assim, totalmente nua...”

-Lois, o que está escrevendo aí?

Ela sacudiu a cadeira com a voz repentina de Clark em seu ouvido. Acho que ela deve ter sido mais rápida que o próprio Blur ao desligar o monitor.

-Hum... é um...artigo, seu enxerido! Por acaso fico mexendo nas suas coisas?

-Até parece que não é a senhora curiosa...

- Você não tem uma matéria para entregar até as 23h hoje?

- Minha nossa!!!! Tinha me esquecido completamente do caso dos ratos no shopping.

-Caso dos ratos??? Nossa, tenha dó Clark! Era essa a sua matéria tão importante que disse mais cedo que tinha que investigar? Só pode estar brincando.

-Ora, você sabe que isso é perigoso Lois! Ratos transmitem doenças...

-Sei, sei...-disse interrompendo, voltando os olhos para a tela do computador.



Vez ou outra, ela erguia os olhos na direção dele. Sabia que seu corpo e alma poderiam estar totalmente entregues a ele, mas seu dom de estragar tudo era maior. Então, seu dia, e algumas horas por dia, eram dedicados a pensar no outro.

Algum tempo depois, concluiu seja lá o que estivesse escrevendo. Desligou o computador e se despediu.



- Não vai ficar até mais tarde hoje? – Perguntou Clark, já sabendo a resposta.

- Não, não...hoje definitivamente preciso ir pra casa. A gente se vê amanhã.





Ela seguiu em direção as escadas. Subiu como sempre: movimentando o quadril graciosamente nas suas saias sempre justas, delineando o corpo delicadamente.

Clark não podia deixar de acompanhar com os olhos.

Ela deu tempo suficiente para dar andamento ao seu projeto que tinha em mente: descobrir o que Lois estava digitando.



-A senha do computador:

Pensou pouco, a resposta era muito óbvia.

- BLUR





Clark resolveu sentar-se. O que estava lendo exigia total concentração.









Não muito longe dali....



- Nossa, não acredito que esqueci essa louça na pia. Droga!



Ela largou a bolsa em algum canto da sala, enquanto se voltava para a pia da cozinha. Não era muita coisa a ser limpa, mas sentia-se cansada. Pois o avental cor de rosa e tratou de dar um jeito.



Minutos mais tarde, o avental foi pendurado.





A blusa desabotoada, os sapatos retirados...



Só de sutiã, saia e calcinha, na porta do box, Lois retirou todo o resto das roupas. A água do chuveiro, na ponta dos dedos, quente, mas não muito... o corpo se enfiou todo debaixo daquela água que acalmava e ao mesmo tempo excitava, porque sua mente não parava de girar em torno dele. A cabeça pendia para trás, deixando que a água batesse na testa e deslizasse rapidamente por toda a sua pele. Ao alcance das mãos estava o sabonete líquido. Derramou sem miséria na esponja. Muita espuma se fazia e um cheiro doce exalava pelo banheiro.



Até que chegou à sacada do apartamento. Uma capa preta balançava contra a luz da lua.



Por ela, ele sempre estaria ali.



Esfregou a esponja vagorasamente pelo pescoço tentando aliviar a tensão que estava ali. Lavou-se. Esfregou os pés, as coxas, os seios, de volta ao pescoço. Ela sentia muito aquele ponto ali. Quando falava com ele ao telefone, não acreditava naquela voz tão grave e profunda quase sussurrando ao seu ouvido, quase se contraía de desejo. Não podia acreditar no que seu corpo estava dizendo. Afinal, ele era um estranho! Quando ela se indagava com essa frase, vinha em seguida a pergunta: será que é estranho?



Após uns 20 minutos, terminou. Sem se secar, apenas lançou o hobby de seda na cor marfim sobre o corpo molhado e enxugou um pouco seus cabelos. Não queria mais nada.



No quarto, a luz da lua cheia invadia a cama. Imaginou-se acompanhada naquele momento. Sentiu certa tristeza por estar só.



Suspirou. Ele não estaria naquela cama com ela hoje como também nunca estará, pensou.



Mas deitava sua cabeça no travesseiro. Pegou-se dizendo seu nome, num sussurro quase inaudível pensando: “será que ele vem se eu chamar? Ah, pare de fantasiar Lois, afinal ele é o salvador do mundo. Deixe de ser egoísta.”



Mas lá fora, ela segurava um papel onde palavras de êxtase e prazer foram redigidas... leu para si tantas vezes que perdeu as contas. Tinha decorado.



Ela fechou os olhos na esperança de que se tocasse sua pele, poderá quase sentir que estava sendo tocada por ele.



Abriu o hobby quase todo. As mãos macias acariciavam os seios. Seus olhos sempre fechados. A respiração logo ficou ofegante, mais uma vez chamou seu nome: Blur.

Os lábios secos eram umedecidos sonhando com um beijo, com a língua invadindo sua boca, sua garganta, seu íntimo. Tocou-se, estava úmida demais para não se satisfazer.



Contra a luz da lua, uma sombra escura surgiu. Ela assustou-se, mas não se cobriu.



Reconheceu a silhueta na janela. “...Era ele. Era ele?



Ele não disse nada.



“ Apenas avançou sobre meu corpo, estava totalmente vestido, encaixou-se entre as minhas pernas, esfregando aquela virilidade toda em mim. Continuei de olhos fechados, sabia que mesmo se quisesse abri-los, não poderia. Mas uma coisa eu não consegui: abafar meus gemidos.



Agarrou-me os seios, lambendo meus bicos como um lobo provando o sangue que escorre da carne. Parecia devorá-los. Sorri muito satisfeita. Queria tocá-lo, mas não consegui. Logo me prendeu na cama com uma echarpe que estava sobre a cadeira próxima à cama. Vi depois. Prendeu-me forte. Sentia suas mãos correrem pela lateral do meu corpo até chegar ao meu quadril. Elas vieram vagarosamente deslizando sobre a vulva até encontrar-me. Senti que me invadiu com os dedos. Meus gemidos cada vez mais altos. Não pude acreditar. Sua boca beijava-me.



A língua voraz na minha garganta só me dizia que ele me desejava. Logo sua boca estava em outro lugar. Nunca senti nada igual. Com a ponta da sua língua tocou meu segredo. Morri por alguns segundos. Ele deslizava lentamente. Parecia esperar que eu gozasse infinitas vezes em seus lábios. Duas foram suficientes para me deixar em estado de transe absoluto. Meu corpo não parava de tremer. Já me sentia um pouco envergonhada, queria dizer alguma coisa, só pude mais uma vez repetir seu nome seguindo do pronome “eu”. Mas já era tarde para dizer qualquer coisa, ele já estava dentro de mim. Minhas pernas sobre seus ombros tão fortes... Meu corpo balançava, para frente para trás em movimentos lentos. Sua boca voltava para meus seios. Até que os uniu e lambuzou de saliva. Senti que seu membro estava entre eles. Ouvi ele gemer baixinho. Mordi meus lábios.



Assim ele ficou por mais alguns segundos e voltou para dentro de mim. Que delícia era senti-lo escorregar para dentro de mim. Os movimentos mais rápidos e frenéticos até que o gozo veio, quente e convidativo para mais daquele sexo misterioso. Mas a vida lá fora e seus deveres como herói não podem parar por mim. Ele me deu o que eu queria e precisava ir. Mas antes, me desatou, claro. Só pedi mais um beijo antes que Ele fosse embora.

Ele, o meu Clark.”



O relógio despertou. A rotina voltou. A noite deu lugar ao dia e, ao olhar-se com o hobby bem amarrado, Lois pensou: “É Lois, pode continuar sonhando. Aliás, é o que você faz melhor. Assim não se ilude com ninguém.”

Arrumou-se, organizou a bolsa e antes de sair, pegou o celular no criado mudo da cama.

Mas tinha alguma coisa diferente ali: a echarpe amarrada na cabeceira da cama.

Para se Inspirar... Clois(Lois&Clark): Gravity Of Love, by sculdeurienne1




Como foi mesmo que eles chegaram até aqui? rsrsrs...

Conto Bonus - Matéria Não Publicada



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A visão dele...



Que interessante. Nunca imaginei que pudesse escrever essas coisas...

Ela estava especialmente linda. Não estava usando suas saias justas e blusas sociais de sempre. Ela esta usando um vestido preto que o comprimento ia até um pouco acima dos joelhos e quando ela andava, parecia desfilar... Se você prestasse atenção, quase podia ser ver a parte interna de suas coxas tão bem delineadas com movimento do vestido. Os cabelos soltos. Adoro quando ela deixa eles soltos. Os saltos como sempre bem altos e pretos para combinar. Às vezes, ficava pensando se ela não calçava sempre saltos para ficar mais “perto” de mim. Quando ela chegou até a sua mesa, eu podia sentir o perfume diferente. Mais doce, quase um cheiro de maçã do amor, irresistível... poderia achar que ela estava pedindo “me dê uma mordida”. Fiquei especialmente tentado.
Ela perguntou qualquer coisa sobre uma matéria que estávamos escrevendo, alguma coisa sobre ir atrás do furo, não dei atenção. Só focava numa coisa enquanto ela se inclinava sobre a minha mesa deixando bem visível o decote: a renda floral do seu sutiã azul que acariciava os seis seios, tão juntos, deliciosamente convidativos. Então olhei nos olhos dela. Não sei se eu a hipnotizava ou se ela me hipnotizava. Só sei que quando cruzamos os olhares, não consegui ao menos dar bom dia... Lembro de dizer que iríamos atrás da matéria imediatamente, de algum modo consegui emitir a frase que fez com que eu me levantasse, pegasse em seu braço e a guiasse em direção ao elevador.
A sorte estava do meu lado. O elevador abriu, estava vazio.
Disfarçadamente, com a visão de calor, acabei com a raça da única testemunha possível do que eu queria fazer: a câmera de circuito interno. Lois não entendia absolutamente nada do que eu estava fazendo. Porque tinha tanta pressa e porque estava no elevador. Mas para mim, sua boca não poderia fazer mais nada a não ser me beijar naquele momento. Numa fração de segundos, minha língua mergulhava em sua boca tão quente e macia. Deliciava-me com aquela língua poderosa. Ela estremeceu entre as minhas mãos que seguravam seu rosto. Não queria que ela se mexesse. Pressionei contra a parede fria do elevador, sentindo todo seu corpo grudado ao meu. Afastei-me um pouco para curtir mais aquele perfume que inebriava meus pulmões em êxtase. Minha boca aspirava seu pescoço. Podia ouvi-la gemer baixinho e resmungar qualquer coisa que não podíamos fazer aquilo ali. Pensei rápido “fazer aquilo ali? Então ela já entendeu o que eu quero fazer”. Quis que ela se rendesse a mim. Minhas mãos logo deslizavam para o seu ombro e com meus polegares acariciava por cima do decote, aqueles seios tão lindos. Mais uma vez eu olhava em seus olhos, mas eles estavam fechados. Sua cabeça já pendia para trás. Fui mais rápido. Grudei novamente o meu corpo no dela, queria sentir a resposta do seu corpo. Deslizei minha mão entre suas pernas e percebi a calcinha quente e já úmida. Dessa vez, quem estremeceu fui eu. Fui mais ousado, como nunca tinha sido antes. Não estava me reconhecendo mais... mas meus dedos já estavam dentro da sua calcinha enquanto ela apertava meu ombro. Eu queria tê-la ali naquela hora. Mas o alarme do elevador tão antigo estava começando a tocar. Pouco importava. Meu desejo era maior que a minha postura naquela hora. Apertei CO com a outra mão enquanto via o rosto dela corar. Minha boca estava em sua orelha fria. Eu queria vê-la gozar. Eu queria muito aquilo. Como era bom, sentir aquela pele tão macia, molhada e quentinha. Meus dentes trincavam com uma vontade louca de mordê-la. Ela merecia, estava linda, provocante, deliciosa... ela queria. Não parei de masturbá-la. Cada vez mais rápido. O tempo estava acabando. Ouvi meu nome num sussurro quase inaudível: “Clark, eu...” Ela se agarrou com força no meu pescoço. A ouvia ofegar eu meu pescoço. O coração acelerado. Não sei se era pelo gozo, pela excitação ou pelo medo de sermos pegos. Quando retirei meus dedos de dentro dela, estavam úmidos. Enfiei-os em minha boca. O sabor exótico dela fez com que eu emitisse um som involuntário: “humm”. A porta do elevador de abriu na cobertura do prédio. Afastei-me dela alguns bons centímetros e ela ajeitou o vestido. Eu estava visivelmente excitado se é que você me entende. E minhas mãos procuravam disfarçar e esconder. Diversas pessoas entravam no elevador e preencheram todo o espaço me afastando ainda mais dela. Reclamavam da demora. Por cima das cabeças podia ver que ela olhava para o ponteiro dos andares, parecia tentar disfarçar. Sorri para mim mesmo, mas continuei a observá-la. Fiquei pensando se eu não poderia fazer isso com ela todos os dias. Vê-la gozar em meus dedos, chamar meu nome. Faria com todo prazer. De volta ao andar, depois que todos já haviam saído, ela se aproximou e ficou lado a lado e disse: “essa é uma matéria que não poderei publicar” e saiu porta a fora rapidamente. Fiquei pensando... “não posso publicá-la... nos jornais, mas...”. Lembro de ter que sorrir sobre esse pensamento, antes de me sentar à minha mesa e escrever. Acho que vou imprimir e pedir para ela revisar.

Para se Inspirar... Is This Love Clois Music Video, by SuperGEM9




Alguém se lembra de que a Lois ama Whitesnake? Essa música é demais.

Os 7 Contos Proibidos Clois IV - Aqua



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A pergunta é: O que você prefere? Praia, lago ou cachoeira?




Final de semana em Metrópolis, até que enfim.

O calor parecia rachar as paredes dos prédios e domingo era um dia sem planos.
Clark estava na fazenda, preparando alguns lanches e colocando numa cesta.

Ligava incessantemente para Lois:
- Mas que droga! Ela não atende esse telefone. Deve estar dormindo... É Shelby, acho que é só você e eu! – disse frustrado olhando para o canino que parecia aguardar algum quitute.
Seguiu para porta dos fundos e pegou o carro.

Alguns minutos mais tarde Lois chegou e encontrou a casa vazia. Adentrou pelos quartos, foi até o celeiro:
- Onde será que ele se meteu? Eu pedi para que me esperasse... Puxa! Aqui está mais quente que na cidade – disse sacudindo a camiseta branca regata, assoprando o suor para entre os seios.

O calor era realmente assustador e Lois usava um short de jeans e sandálias combinando com a temperatura do lugar.
Procurou usar a sua intuição e notou os rastros frescos da pickup nos fundos da casa. Entrou no carro novamente e seguiu o rastro.

Mais ou menos trinta minutos depois, Lois encontrou o carro de Clark. A paisagem era um pouco diferente do lago próximo à fazenda. A floresta mais fechada ao redor escondia algo maravilhoso. Uma cachoeira linda caía sob um lago espelhado, moldado por pedras arredondadas. O lugar totalmente deserto. Só podia se ouvir o som dá água caindo e alguns pássaros cantando ao fundo. O Sol colaborava com a paisagem, fornecendo um brilho sem igual sobre o espelho d’água. Lois só poderia pronunciar uma palavra:
- Uau!

Nem sinal de Clark Kent.

Lois sabia que ele estava por lá e uma hora iria aparecer. Ela estava mais preocupada em se lançar naquela água cristalina e deliciosa.

Não poderia ser mesmo diferente. Ela não trouxe um biquíni e também não estava interessada em entrar na água de roupa. Tratou de tirar todas as suas vestes, inclusive a calcinha deixando de propósito em cima do capô e entrou na água, mergulhando todo o corpo. Sentiu-se aliviada pelo frescor que a água lhe proporcionava. Começou a nadar em direção à cachoeira.

Minutos depois, Clark chegou com Shelby. Havia dado uma volta pela floresta para por dia sua amizade pelo cãozinho. Há tempos que não curtiam passear juntos. Viu que o carro de Lois estava ao lado do dele e suas roupas sobre seu capô. Parecia entender o recado indireto dela. Sorriu internamente. Pegou a ração de Shelby no carro, colocou em uma vasilha.

Clark afagou o cão e tirou à camisa, a calça jeans, as botas, as meias... ficou pensando se tirava ou não a samba-canção. Olhou para Shelby e disse:
-Não olhe, hein!- resmungou para si mesmo – o que é que eu estou fazendo?
Ganhou coragem. Retirou a samba-canção e entrou na água.

Olhou ao redor e nem sinal de Lois.

Procurou usar a super-audição e ouviu mergulhos na água. Seguiu em silêncio para onde ela estava. Sem perceber chegou por trás dela e fez cócegas em seus pés. Lois pulou com o susto e se virou dando um grito. Ele, que estava submerso, permaneceu apenas se deliciando com o medo dela que já estava nadando em direção a margem. Clark resolve continuar com a brincadeira e lhe faz caricias em suas pernas, se afastando logo em seguida.

Lois ficou com medo. Onde ela estava não dava pé no fundo da cachoeira. Não conseguia ver o que estava fazendo aquilo com ela. Ela se afastou da cachoeira indo em direção à margem depressa. Parou de nadar e procurou ficar em silêncio. Clark teve de subir a superfície para pegar fôlego. Ele era de aço, mas tinha suas limitações quanto à água. Ele passou a mão pela barriga dela que ficou completamente arrepiada. Se virou rapidamente mas não conseguiu vê-lo:
-Seu filho da puta!!! Quando meu namorado fortão e poderoso chegar vai arrasar com você, desgraçado! – Ela esta realmente assustada com a idéia.

- Clark, eu juro por Deus que se for você que estiver fazendo isso... – falou na verdade torcendo para que fosse ele, pois se fosse um outro alguém, iria lhe dar uma lição que jamais esqueceria e fugiria correndo. Não poderia de esquecer de nunca contar isso ao Clark senão ele ficaria o restante de sua vida falando que ela foi imprudente, que poderia ser um tarado, um maníaco e bla bla bla.

Numa fração de segundos, ela houve uma voz muito familiar atrás dela, dentro d’água:
- Namorado fortão e poderoso? O que vai acontecer? – Lois pulou de susto e jogou um monte de água no rosto de Clark de raiva.

-Seu louco!!!Você me assustou!!! Nunca mais faça isso comigo!!! Foi por isso que me chamou aqui? Para me dar sustos???

-Calma, Lois! Foi só uma brincadeira...

- Que calma o que!!! – reclamou aos berros, apertando o dedo contra o ombro de Clark – Entenda isso, Smallville. Eu sou uma mulher forte, corajosa e não estava com medo de toda essa palhaçada sua, entendeu? Droga!!! – começou a nadar em direção à beira.

-Lois foi uma brincadeira. Você está nadando nua aqui, poderia ser mesmo um tarado ou maníaco, eu iria apenas lhe fazer cócegas, mas você sendo Lois Lane resolver tentar pegar sozinha quem estava brincando, aí te dei um sustinho, só isso Lois, não precisa ficar brava comigo por isso. Me desculpe, por favor...- pediu carinhosamente.

Ela continua olhando pra ele e ainda bufando de raiva grita:
-Clark você queria me dar um sustinho?!?!? E ainda reclama por eu tentar me defender? Eu entrei nessa cachoeira porque achei mesmo que você estaria aqui e não teria problemas se entrasse nua na água para encontrar você, porque achei que desse modo, aqui sozinha, nua e totalmente entregue, finalmente entenderia que eu quero você. Que idiota que eu fui! Porque eu acharia que você iria me querer, não é? Mas você resolveu brincar comigo, tirar uma com a minha cara. Brincar, você ouviu bem? Brincar comigo. – lágrimas de raiva começaram a brotar dos seus olhos, deixando Clark envergonhado - ele olha para a água tentando pensar no que falar para amenizar a besteira que havia feito.
Mesmo não tendo essa intenção ela estava brava, muito brava com ele.

Ela fica possessa com o silêncio dele e começa a ir em direção a margem novamente. Ele a segura levemente pelas mãos e implora:
- Desculpe por ser um idiota... eu sempre dou uma de idiota na frente de Lois Lane... – segurou sua mão por dentro da água e se aproximou de seu corpo. Levou sua outra mão ao rosto dela e fez como se quisesse secar as lágrimas que começavam a rolar pelo seu rosto. Os dois sorriram com o impossível e as mãos de Clark começaram a passear pela pele nua dela. Os lábios entreabertos davam sinal de que Lois reagia aos toques dele. Os dedos passeando pelo pescoço dela, enquanto as gotas escorregavam pelos seus cabelos. O olhar dele que acompanhavam a própria mão travessa fez Lois ofegar. Lois levou uma de suas mãos aos lábios de Clark e os delineou com os dedos. Agora aqueles olhos penetrantes tão azuis enfeitiçava Lois, mas ela não queria se render assim. Estava chateada. Virou-se de costas:
- Vá embora... eu não quero mais. – Lois viu que precisava de mais. Não poderia se entregar depois de tudo aquilo... não sem um jogo de sedução.

- Mas Lois, por favor, não fique brava comigo. Eu juro que não faço mais. – disse encostando seu corpo no dela por trás, totalmente nu com sinais evidentes do que ele realmente queria. O hálito quente em seu pescoço só colaborava para que a verdadeira “brincadeira” ficasse ainda melhor.

Ela não disse nada. Começou a nadar de volta na direção da cachoeira. Clark ficou acompanhando com o olhar perdido e desolado, quando ela se virou e deu um leve mergulho para molhar os cabelos e soergueu o corpo expondo os seios para fora da água que acariciavam a pela lisa e clara dela. Ela ficou assistindo maravilhado quando notou que ela o olhava em seus olhos. Lois torceu os cabelos compondo um coque no alto da cabeça favorecendo uma imagem maravilhosa aos olhos dele.
Não estava conseguindo resistir à ela como planejado. Começou a segui-la imediatamente. Havia um amontoado de pedras próximo à queda d’água. Lois mergulhou de volta seu corpo na água e nadou até as pedras. Clark um pouco afastado a viu seguir e se enveredar por esse caminho entre as águas e continuou seguindo-a. Quando ele chegou perto dela, estava de costas, deitada sobre os espelho como se estivesse boiando sobre ele, com os seios empinados projetados para fora d’água, com os olhos totalmente fechados.

-Lois... - pronunciou com dificuldade pela excitação que aquela visão estava lhe proporcionando.
Lois não disse nada. Apenas se ergueu um pouco o olhou para ele. Que tentou se aproximar enquanto ela se afastava. O Sol estava bem alto, parecia ser por volta de meio-dia e o reflexo dele sobre o corpo de Lois fazia seus cabelos brilharem.

-Esse lugar é lindo... - disse olhando ao redor enquanto ele não tirava os olhos dela.

- Você é que é linda... – avançou na direção dela. Lois o deteve com as palmas das mãos sobre o peito dele.

- Você deveria ser castigado – disse baixinho.

- Então me castigue... – concluiu sorrindo.

Lois foi empurrando Clark contra uma das pedras fazendo o se sentar em uma que estava mais ao fundo, deixando apenas parte do tórax para fora da água. Lois sentou-se em seu colo encostou os seios em seu peito. Ela segurou em sua cintura, tentando acomodá-la o mais junto de si possível, fazendo o gemer. Clark tentou beijá-la, mas ela se afastava, desviando o rosto. As mãos grandes perseguiam os seios, mas ela as afastava com os braços.

-Lois... – resmungava, quase urrando de desejo. Queria tocar nela, saboreá-la, mas ela estava fazendo jogo duro. Os lábios dela vieram de encontro ao pescoço dele que sorvia a água alojada ali. Os braços dele tentavam incessantemente abraçá-la, mas ela os afastava.

-Você está de castigo... – sussurrou em seu ouvido. Ofegante e de forma luxuriante, os lábios dele aproveitaram a aproximação.

- Eu quero você... Quero você ontem, hoje, agora pra sempre... me perdoe...não...- Lois começou a movimentar os quadris lentamente, Clark semicerrou os olhos, tentando controlar-se –...me torture mais...eu não vou resistir! - Mas quem começava a não resistir era a própria Lois. O calor e o êxtase conduziam seu corpo, curvando-se para o espelho, molhando novamente seus cabelos. Nesse momento, Clark segurou o corpo dela pelas costas e quando ela voltou a posição, seus lábios finalmente se encontraram. As línguas dançavam entre as bocas vagarosamente. Com as costas apoiadas numa das pedras, Clark acomodou ainda mais o corpo de Lois fazendo-a afastar mais as coxas deixando-as totalmente abertas, abraçando a cintura de Clark com elas. Ela tentava empurrá-lo ainda, mas com menos força dessa vez, já não conseguia resistir mais.

-Por favor, não resista... – sussurrou – não vê como eu quero você? – a pergunta sôfrega balançou a moça e Clark que gentilmente deslizava suas mãos sobre os seios, conduziu uma das mãos dela para sua boca que beijou-lhe os dedos suavemente. Desceu a mão para seu membro totalmente rijo, latejando de desejo por ela. Lois deslizou vagarosamente sua mão pelo membro, fazendo Clark contrair o abdômen, horas emitindo gemidos baixos, horas pronunciando seu nome.

- Você ainda merece ser castigado... – disse acelerando os movimentos, para cima e para baixo. Ela já não conseguia mais falar. Com os lábios grudados no pescoço dela, retirou a mão que o acariciava e ele mesmo introduziu o membro em desespero para dentro dela. As pernas envoltas se apertaram ainda mais fazendo com que o encaixe se tornasse perfeito. Lois se movia para cima e para baixo, em movimentos sincronizados, rebolando vez ou outra. Ele tomou os seios entre as mãos e saboreou os mamilos com a pele arrepiada de prazer. O gosto da pele dela se misturavam à água. Lois conduzia os movimentos, alternando com rápidos, formando ondinhas no pequeno laguinho formado pelas pedras e movimentos lentos, às vezes tão lentos que desesperavam Clark.

- Não faz assim, Lois... – ele implorava em gemidos quase surdos em seu ouvido, mordiscando o lóbulo da orelha fria.
Lois enfiou o dedo médio de Clark todo dentro da boca e começou a deslizá-lo para dentro e para fora no mesmo ritmo dos quadris. Clark segurou agarrou o ombro dela com a outra mão, forçando-a para baixo:
-Não... me castigue...mais – Ela sorriu faceira e resolveu ceder ao apelo dele. Com os movimentos mais rápidos, entre gemidos, Lois retirou o dedo dele de sua boca e o conduziu para sua intimidade. Clark entendeu o que ela queria e foi imediato. Ele começou a “brincar” com ela, enquanto ela o conduzia. Sentindo o gozo chegar, os lábios se encontraram novamente e a respiração ofegante anunciavam o orgasmo dela. Em seguida apertando fortemente os ombros dela por trás, Clark fechou os olhos deixando o corpo inebriar-se pelo deleite. Ao final, ele envolveu-a num abraço terno e protetor.

Ficaram abraçados assim, ouvindo apenas o som da cachoeira e de suas respirações.
-Quero fazer amor assim com você todos os dias da minha vida.... – disse ele, encostando os lábios no dela. Entre beijos, ela respondeu pausadamente acalmando-se.

- Nos dias de inverno não poderemos fazer amor.

- E por que não? – Perguntou curioso.

- O lago vai estar congelado – respondeu séria.

-Ah, espertinha... – sorriu, abraçando-a ainda mais.

Lois brincou, mas o sentido que Clark queria dar aquela frase era outro, muito mais profundo e muito mais sincero.

Para se Inspirar... Hungry Eyes, by hll1981



Nossa, esses olhares fazem a gente suspirar, não?

Conto Bonus - O que você quer ouvir?



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Esse conto é baseado no final do episódio CROSSFIRE, quando Clark finalmente beija Lois de verdade.

Fique à vontade!



Depois de tanto tempo juntos, Clark pôs fim ao conflito de seus sentimentos e resolveu definitivamente assumir diante de tudo e de todos, quais eram suas intenções para com a Lois.

Mas Lois ficou confusa. Após aquele que parecia um delicioso e interminável beijo, ela não sabia dizer se estava sentindo alegria ou tristeza, ternura ou raiva. Queria estar para sempre nos braços de Clark, mas ao mesmo tempo sentia medo de se decepcionar mais uma vez com aquele pelo qual já estava perdidamente apaixonada.

Ainda segura pelos braços fortes de Clark, Lois encerrou o beijo:

- Não... – saiu simplesmente de seus lábios.

- Não? – indagou surpreso.

- Quero dizer... Sim! Ai meu Deus, Clark! Isso é... perfeito – respondeu Lois, sem compreender sua própria resposta, ali, ainda nos braços de Clark. Este apenas sorri e quando tenta investir em um novo beijo, Lois se adianta:

- Espere. Por que me beijou?

- Eu... não quero que você volte para o Oliver!

- Ah... sei – Lois se desvencilhou dos braços de Clark e pegou sua bolsa, dando um passo em direção à saída.

- Aonde você vai?- perguntou ele segurando em seu braço, sem compreender a reação dela.

- Eu vou para bem longe! Um lugar onde eu possa ficar invisível entendeu? “Não quer que eu volte para o Oliver” hunf! Não era isso que eu queria ouvir, droga! – disse bruscamente, enfiando a bolsa no braço.

-Lois, espere! Lois! – sem resposta, observava as costas de Lois, saindo do prédio.

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Dois dias se passaram até a chegada do final de semana.

Numa tentativa frustrada, Clark ligou diversas vezes para Lois, enviou torpedos, deixou recado na caixa postal, mas a prima havia dito que ela saiu da cidade.

“Mas o que eu deveria ter dito?”. Clark ficou se atormentando com aquela pergunta durante toda a ausência de Lois.

Frustrado e sem saber o que fazer, já que a cidade parecia calma durante aqueles dias, Clark pôs-se a trabalhar arduamente na fazenda. Durante aquele final de semana procurou distrair sua mente daquela pergunta sem resposta.

Sem usar seus poderes, ele limpou toda a casa, lavou roupas, colheu algumas frutas da estação...

Na entrada da fazenda havia alguns bons centímetros de mato crescendo. Com todo esse corre-corre de Borrão, Clark havia se distanciado da maioria das tarefas da fazenda.

- Puxa! Como está feio isso aqui, minha mãe com certeza reclamaria! – disse sorrindo. Clark foi até o celeiro e apanhou uma enxada para capinar o mato.

Ao bater com a enxada no chão, pedaços minúsculos de uma rocha vermelha incandescente voaram pelos ares e tocou a pele de Clark.
Foi o suficiente para seus olhos brilharem e tudo ao seu redor ter uma conotação diferente.
Deixou o instrumento de lado e voltou para dentro.
Na secretária eletrônica, havia um recado da Chloe.

“Oi, ela já voltou, Clark. Resolveu ir trabalhar. Descobriu alguma coisa enquanto esteve fora e disse que iria reportar. Agora... vê se dessa vez você diz alguma coisa mais convincente pra que ela aceite esse maldito 2º encontro, oras! Boa Sorte... do jeito que ela está brava você vai precisar”.

- Que segundo encontro o que!!! Lois, você vai ter a resposta que quer ouvir. E vai ser agora.

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Vestido com uma camisa social cinza, calça social e gravata pretas, Clark como sempre estava lindo. Resolveu usar um pouco do perfume que o Olliver havia dado de presente de aniversário. Ele não era muito de usar perfumes, mas aquela noite tinha que ser devastadora. Virou o frasco para relembrar o nome:

- 212 sexy... ahn...sugestivo.

Borrifou de leve o líquido dos dois lados do pescoço e saiu.
A noite cai e Clark chega ao DP.
Lá estava Lois, sentada à sua mesa, absolutamente só no subsolo do DP digitando concentrada diante do computador. Nem percebeu que Clark estava a poucos centímetros de pé, atrás dela, embora já sentisse um perfume gostoso invadir o espaço.
Ela sentiu uma mão afastando seus cabelos do pescoço. Sobre saltou da cadeira, ficando de frente para ele, totalmente surpresa. Quando viu que era Clark, sentou um tapa escandaloso em seu rosto.

- Você está louco! Quer me matar de susto? – Disse afoita.

Clark nem reagiu. Com o semblante sério estava e permaneceu, olhando profundamente nos olhos dela.

- Você não faz idéia do que está fazendo comigo, Lois Lane.

- Desculpe, não era para ter estapeado você. Eu...

- Só dessa vez, cala a boca – disse firme empurrando Lois contra a cadeira.

Clark se agachou para ficar a altura dela e continuava olhando dentro de seus olhos. Ele a encurralou contra a mesa apoiando as duas mãos sobre ela de cada lado do corpo de Lois. Ela não conseguia reagir, só sentia que seu corpo pedia mais ar do que de costume e sentada com as pernas unidas ficou.

- Eu não quero saber dessa porra de segundo encontro. Eu quero você e quero agora, você está entendendo?

Lois sentiu seu corpo estremecer e fez um simples gesto com a cabeça de confirmação de suas palavras.
Clark se aproximou do rosto de Lois e inclinou seu rosto na curva do pescoço. Ali sentiu seu cheiro. Um cheiro bom, inebriante. Cheiro de uma mulher linda e cheia de desejo.

- Era isso que você queria ouvir, Lois? – sussurrou em seu ouvido.

Lois não conseguia reagir. Semicerrou os olhos em êxtase, ouvindo sua voz entorpecendo seus sentidos.
Clark tornou a olhar Lois, mas seus olhos estavam fechados. Examinou atentamente a roupa dela.
Vestia uma saia não muito justa carmim e uma blusa branca de botões, com alguns abertos. O que podia deixar à mostra a curva de seus seios. Ela abriu os olhos atentamente. E notou que Clark a examinava.

- O que está fazendo? – perguntou quase sem voz.

- Nossa, Lois! Como é pequena! Como conseguiu entrar nessa calcinha tão minúscula?
Lois tenta puxar a saia, se sucesso.

- Clark! Como você... – tenta perguntar constrangida. Ela sentiu seu rosto queimar.

- Era isso que queria ouvir, Lois? – ele interrompe com outra pergunta.

Lois se levanta bruscamente e fica confusa do que fazer. Pega sua bolsa novamente, mas Clark a encurrala novamente contra a mesa.

- Aonde você pensa que vai? – disse ele grudando seu corpo no de Lois.

- Eu...me deixe ir!Pare com isso! – Lois empurra Clark, mas sem sucesso. Ele segura seus braços.

- Você não vai sair daqui enquanto eu não souber o que você quer ouvir!! – disse segurando-a com força. Ele arrasta para dentro do almoxarifado, lugar onde um dia, Clark revelou seu segredo à Lois.

Clark a pressionou contra a parede. As línguas se encontraram num instante e ele deslizou freneticamente suas mãos pelo corpo da morena. Aquele dançar de línguas parecia ser pouco para ele o beijo ficou ainda mais voraz. Estava mordiscando seus lábios.
Lois deu um leve gemido.

- Sua boca é deliciosa... eu quero devorar você. –disse em meio ao beijo devastador.

Lois arregala os olhos ao ouvir aquela frase tão ousada.

- Não era isso queria ouvir?

Ela não sabia se ficava assustada ou excitada.

Logo desceu suas mãos para as nádegas dela apertando ainda mais contra si. Lois arregalou os olhos imediatamente e tentou afastar Clark mais uma vez empurrando seus ombros, mas era inútil. Introduzia sua língua para lambuzar de saliva quente suas orelhas. Era impossível resistir, semicerrou os olhos num gemido. Pronto, isso fora o suficiente.

- Clark... por favor, pare! – Disse sussurrando, implorando para que aquela deliciosa tortura acabasse.

- Parar por quê? Eu sei que você está gostando... eu posso sentir, bem aqui – disse pressionando os dedos sobre a saia dela.

Lois não sabia o que fazer. Não parecia certo, todo aquele jeito agressivo de Clark. Mas se corpo não podia negar. Queria fazer amor com ele há tanto tempo, como resistir?

- Pare!- Disse empurrando a mão de Clark, afastando-se um pouco, tentando se recompor.

- Não era isso que você queria ouvir, Lois? Hã? – perguntou empurrando todas as coisas para fora da mesa do recinto. Livros, folhas, canetas, fichários, porta-lápis... tudo ao chão.

Lois se viu sem saída e sentou-se sobre a mesa puxando seu corpo para trás tentando se afastar. Mas Clark a puxou violentamente pelos calcanhares de volta para si.
Ela realmente não tinha escapatória. Ele a olhava da forma mais lasciva e faminta possível. Estava enlouquecido para possuí-la, os olhos vibrantes denunciavam o desejo dele. Entregue aquela situação tão estranha, Lois desejava sim. Mas como? Ela se perguntava, porque Clark estava tão diferente? Será que o fato de dizer que queria ouvir outra coisa o deixou tão decidido e zangado assim?

-Diz pra mim que não é isso que quer ouvir... que estou fervendo pra ter você aqui – disse arqueando suas pernas, introduzindo o dedo médio lentamente e sem cerimônia na intimidade de Lois, que tombou sua cabeça para trás arrastando os cabelos na mesa. Clark não tirava os olhos dela.

-Fala! É isso que você queria ouvir? – perguntou rispidamente.

-Ssim...-disse a menina no meio de um gemido.

Ele introduziu a língua dentro da boca da jovem enquanto a masturbava. Ela se contorcia. Queria engoli-la, lambia seu pescoço ate que Lois sentiu uma leve mordida. Fechou os olhos sentindo a uma leve dor.
Ele arrancou a blusa da menina de uma só vez. Voltou a deslizar a língua pelo pescoço dela indo em direção aos seios. Sem parar de masturbá-la, puxou a alça do sutiã vermelho de Lois e desnudou um seio. Pôs-se a chupá-los e mordiscar o bico. Lois gemia cada vez mais alto.

-Isso, Lois... era isso queria ouvir. – aquilo parecia instigar ainda mais o desejo de Clark. Era música para seus ouvidos.

-Vou fazer você pedir mais... - Retirou o dedo de dentro dela e terminou de arrancar o sutiã deixando os seios de Lois completamente despidos. Num movimento rápido, rasgou a saia de Lois a deixando com sua calcinha minúscula, como descreveu ele. Direcionou o rosto para o sexo da repórter. Provou todo o sabor de êxtase que ela sentia que se contorcia mais e mais de puro e inédito prazer. Ela agarrou-se a beirada da mesa com toda força que podia para conter os espasmos do gozo. Quando ele notou aquilo, afastou-se retirou a gravata e a camisa. Abriu o cinto e colocou se membro para satisfazer seus instintos.
Selvagem, ele arrancou o pouco que lhe restava das roupas e puxou violentamente a garota para si. A penetrou sem cerimônia. Lois ficou sem ar, mas ele não parou. Com as pernas envolvidas em seu corpo.

- Vamos foder gostoso agora... – disse ao ouvido de Lois. Ela sentiu toda a sua pele arrepiar.
Com violência frenética repetia os movimentos agarrando os cabelos dela. Subitamente, ele a virou de costas, colocou-a de quatro, ainda puxando lhe os braços, segurando os punhos e o cabelo com firmeza. Penetrou-a no mesmo lugar.

Surpreendentemente, Lois clamava por mais. Com ainda mais força e movimentos um pouco mais lentos, ele a penetrava deslizando para dentro dela. Cada estocada era tão forte que fazia o corpo de Lois tremer. Ele soltou os braços dela e com uma das mãos segurou uma nádega de Lois. Com a outra introduziu o mesmo dedo na boca da morena, fazendo-a sentir seu próprio gosto.

- Veja como você é deliciosa – disse deslizando o dedo dentro da boca de Lois que o lambia e chupava.

Sentindo a pressão das estocadas Lois gozou mais uma vez, gemendo alto, chamando pelo nome dele.

- Agora venha até aqui – Clark puxou Lois para fora da mesa. Ele pegou a mão esquerda de Lois e a conduziu para seu membro latejante e úmido pelo gozo de Lois.

Lois começou a deslizar sua mão para cima e para baixo num movimento sincronizado e delirante. Os olhos de Clark estavam vidrados nos dela.

- Isso mesmo... desse jeito que só você sabe fazer comigo. Quantas vezes... eu mesmo fiz isso pensando em você, toda nua assim pra mim. Era isso que você queria ouvir? Pois eu bati muitas pensando em você, Lois...ahn...

Lois estava enlouquecendo com tudo aquilo. Ela se abaixou e inclinou a boca para o membro já pronto para gozar de Clark. Como movimentos rápidos, Lois o satisfazia com aquele oral. Ele segurava seus cabelos com força. Ele deu um puxão e Lois gemeu em protesto. Ordenou que ela ficasse de pé, de costas para ele. Ele inclinou o corpo dela para frente de modo que pudesse se apoiar ma mesa.
-Olhe pra mim, enquanto estiver metendo em você! – disse como uma ordem.

Lois obedeceu e mais uma vez ele deslizou seu membro para dentro dela que olhava para ele.

- Eu quero come-la assim, todos os dias da minha vida, ahhh...

-Clark... – Lois sentiu o gozo de Clark invadir seu corpo.

Ele tombou seu corpo sobre o dela, ofegando em seus cabelos suados. A virou de frente pra ele e tornou a perguntar.

- Você ainda precisa de um segundo encontro?

Lois fez que não com a cabeça e sorriu.
Clark colocou seu membro ainda firme para dentro da Box e subiu o zíper da calça. Vestiu a camisa e grava enrolou e pôs no bolso.
Lois fez o mesmo e sentou-se novamente sobre a mesa. Observava-o tentando entender o que foi tudo aquilo. Mais uma vez sorriu.
Clark deu mais um beijo nela. A língua deslizou sobre os lábios dela.

- Boa Noite. Não vá embora muito tarde. Pode ser que Blur não esteja por aí.

Lois só conseguiu concordar com a cabeça.

- Acho que você ouviu tudo que queria Lois. Até amanhã.

Ele saiu e deixou Lois refletiva ainda sentada sobre a mesa do almoxarifado.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Na manhã seguinte, Clark chega com o seu copo de café conforme rotina. Ele, após desfeito o poder da redk, não fazia idéia do que havia acontecido na outra noite.

- Lois! – Clark se surpreende ao ver Lois em sua mesa.

- Oi – disse se aproximando lentamente de Clark, com um sorriso de canto dos lábios.

- Olha, nós precisamos conversar. Eu não queria que aquele beijo tivesse acabado assim. Prometo que dessa vez será diferente. Proponho um jantar hoje à noite na minha casa, o que você acha?

- Clark, nós já resolvemos tudo ontem. Você me falou definitivamente, absolutamente, tudo que eu precisava ouvir. – Lois olha nos olhos de Clark – vai me dizer que você... não se lembra? – disse colocando a mão sobre seu peito.

- Lois, eu... - Clark teve um flash sobre o fato de sua camisa preta e calça cinza estarem do lado de fora do armário naquela manhã - ...acho que podemos conversar sobre isso na minha casa hoje.

- Claro!... gostoso! – Clark se surpreendeu com a frase de Lois.

Ele ouviu o rádio da policia. Assalto a banco. A conversa realmente precisava ficar para depois. Clark pegou seu paletó e Lois a bolsa. Seguiram em busca da notícia quente que estava por vir.

Os 7 Contos Proibidos Clois III - Lagoa Azul



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A pergunta é: Você já fez alguma coisa, digamos, fora do normal?




-Lois eu já disse a você que não bebo. Por que insiste que tenho que beber?

-Deixa de ser caipira, Smallville. Não ta vendo que só dessa forma você vai arrancar alguma coisa daquele cara... pelo menos finja que está bebendo. Olha, faça o seguinte, peça uma Lagoa Azul que é quase pra crianças.

Clark mirou Lois de canto de olho dentro do Ace of Clubs, reprovando seu conselho. Voltou-se para o cara sentado ao bar, bebericando sua vodca pura.
Ficou refletindo por alguns segundos se aquilo era mesmo necessário e como Lois era audaciosa. Apesar de nunca ter lhe faltado coragem para exercer justiça, não tinha malícia para certas coisas.

O cara sentado ao bar era ninguém menos que Hip Hop Jack, um homem negro de 2,10m de altura e mais de 100 kg. Era o grande rapper de Metrópolis e como clichê envolvido em uma série de escândalos criminais entre eles tráfico de drogas, posse ilegal de armas e estupro.

Lois e Clark tiveram como missão tentar descobrir se o homem realmente era culpado de todas as acusações. Com toda certeza, manchete de primeira pagina.
-Vai lá! – disse Lois dando um leve empurrão nas costa de Clark. A contra gosto, ele segue.
-Está bem, está bem! – disse ele seguindo e correndo os olhos pelo vestido vermelho e curto de Lois – não sei porque ela não faz isso! Seria tão mais fácil com esse pedaço de pano que está vestindo, se acontece alguma coisa com ele estaria aqui para protegê-la – resmungou.

“Eu duvido que esse cara me diga alguma coisa comprometedora” continuou pensando.
Ao chegar no bar, Clark seguiu o conselho de Lois.

-Ei amigo, uma Lagoa Azul aqui pra mim e pro meu amigo, ele com toda certeza está precisando – disse de soslaio para o homem que estava acompanhado de dois capangas ainda maiores do que ele. Eles se aproximaram e o rapper fez um simples gesto para se retirarem. Puxou conversa.

-O que quer branquelo? Ta de onda com a minha cara?
-Não, só acho que você está passando pela mesma coisa que eu: dor de cotovelo – disse fazendo um gesto com a cabeça em direção à Lois.
-Ela é bem gostosa, hein? Qual é o problema dela? É frigida? – perguntou sorrindo.
- Não, não...esse não é o problema na verdade o problema sou eu.

-Hum, estou vendo. O que aquela delicinha iria querer com você? Tu é maior mauriçola, cara. Ela parece gostar dos caras maus. Olha só o jeito como se veste. Que vestido é esse , mano...

-Ei cara, pega leve hein! E você não vai me contar o que aconteceu? Por que está aqui sozinho cara? Sempre te vejo na TV cercado de mulheres, nas baladas, curtindo todas...
- É, cara...como você disse, dor de cotovelo...é que tem uma garota que...puta merda, maluco, é linda demais! O problema é que sou assim, malandrão, ela não curte essas paradas, ta ligado?-disse empurrando copo de bebida para Clark.
-Bebe aí cara!
-Primeiro vamos brindar.
-Brindar o que branquelo? Não tenho nada pra comemorar.
-Ora, nem eu. Não posso ter que eu quero, mas posso ter um amigo, ou não posso?-disse tocando sua taça na dele.

-Claro, brancão! Você é uma cara meneiro! Aí...gostei mesmo de tu, hein! – exclamou gargalhando- mas tu não vai me enrolar não, bacana. Bebe o teu aí, porra!
Clark tentou disfarçar, mas não podia perder aquele momento. O cara esta praticamente nas mãos dele. Não seria por causa de uma bebida que não lhe faz nenhum efeito, que iria estragar a oportunidade de obter alguma informação importante para o jornal.
“Pela Lois” – pensou ele. Virou de uma vez aquela bebida feita com curaçau blue(lê-se kriptonita azul) , vodca e água com muito gelo.

De forma inesperada a bebida desceu pela garganta, rasgando feito água-ardente. Clark deu um soco na mesa que estranhamente não “quebrou”. Jack começou a rir da expressão assustada de Clark sentindo o efeito da bebida.

-To vendo que tu não é de beber, parceiro. Então Hip Hop Jack vai te ensinar – gargalhou novamente, puxando Clark para um lugar mais reservado.
Algum tempo depois, Lois retornou ao local em busca de Clark mas não o encontrou.
-Não duvido nada que aquele “vovozinha” não conseguiu nada com o Jack. Mal deve ter se aproximado do cara, e aqueles grandalhões deram um couro nele. Merda! Clark, onde você está.

Lois retirou o celular da bolsa minúscula de mão que carregava combinando com seu vestido vermelho curtíssimo, de tecido leve e laças finas que caíam sobre seu corpo desenhando suas curvas de forma generosa. Era o centro das atenções por onde passava, mas o que ela queria mesmo é que ninguém a identificasse como a repórter Lois Lane, então, quanto mais diferente de seus terninhos e saias justas do cotidiano pudesse ficar, melhor.

Depois de algum tempo, Lois transitou por um corredor e viu uma porta entreaberta. Se aproximou lentamente para que não pudesse ser vista. Ficou espreitando.
-Cara, você é o C.A.R.A! Ahahahahahaha – uma gargalhada poderosa ecoou no ambiente. Era a voz de Clark como nunca tinha sido ouvida antes.
-Olha, sabe o que eu acho...eu acho que você é inocente – disse completamente bêbado- sabe? Essas coisas que dizem aí de você? Eu não acredito não. Sabe por que, você é o C.A.R.AAAAAAAA!

-Hiii olha só o cara! Amigo você ta muito ruim hein! – exclamou dando uma risada, enquanto colocava fazia um baseado.
-Aí, meu “cumpadi”! To te achando tristinho, amigo! Quero ver você gargalhar mais! – disse pedindo para que os seguranças olhassem a porta. Lois saiu imediatamente escandalizada. Não sabia o que pensar nem o que fazer. Como faria Clark sair dessa?
-Que isso aí, cara! Não...eu não curto essas paradas.

-Meu amigo, isso aqui não ilegal? Como é que eu posso fazer uma parada ilegal se planto dentro da minha casa? Se você plantar uma flor na sua cara e come-la isso vai ser ilegal?
-Bom, eu acho que... – disse Clark virando a décima segunda Lagoa Azul.
-Ah tu deixa de onda branquelo! – disse apertando o baseado – vamos, você está precisando relaxar.
Clark, pegou o baseado e tragou fundo. Os olhos logo ficaram vermelhos e lacrimejados. Tossiu infinitamente reagindo a fumaça. Jack riu fervorosamente à reação de Clark.

-Ei, maluco, vai devagar senão você acaba com meu bagulho, ta ligado?
-Ahahahahahahahahaha...bagulho...ahahahahahahaha
-Aí, você ainda não me disse seu nome...
-É Kent, Claaaaaarrrrrrrkkkkk Kent, ta ligado? – gargalhou se apoiando no ombro do rapper.
-O que disse?
-Isso mesmo eu sou o famoso repórter que caminha nas sombras de Lois Lane. LOIS LANE EU TE AMOOOOOOO!!!

-Porra, tu é repórter???????????? Lois Lane do Planeta Diário?? Big2, dá um trato nesse otário aqui – chamou o rapper. Que segurou o braço do segurança – primeiro fica sabendo que se eu souber que publicou alguma coisa sobre a minha vida nesse jornaleco, vai pra vala, ta liga? Reporterzinho de merda! Pensei que tu era meu brother cara!!!Pode detonar com ele, Big2.

Quando o segurança já ia acertar um golpe de direita em Clark, rapidamente ele se desviou e saiu correndo pela porta afora. O segundo segurança tentou pegá-lo, mas sem sucesso, ele já havia se perdido no meio da multidão.
-Deixa Big1, quem vai acreditar num repórter bêbado e chapado? Se ele abrir a boca, a única coisa que vai beber é água de chuva em cova rasa.

Clark atravessou o salão dançando um música no mínimo peculiar à sua situação: I Got Feelling do grupo Black Eyed Peãs que embalava a multidão. Em meio aquela confusão, procurou por Lois. Não encontrou resolveu subir até o terraço.
Tropeçando as escadas e rindo a cada topada nos degraus, Clark chegou ao terraço e viu Lois que observava a paisagem.

-Lois...porra!! – a morena arregalou os olhos aterrorizada pelo palavrão que ouvia de Clark. – estava te procurando!
-Clark você está bêbado e que cheiro é esse?MEU DEUS! Clark! Você está totalmente chapado.
-Estou Lois, chapado por você!

-Clark seu idiota, estragou tudo!!! O que conseguiu arrancar daquele cara?Pelo visto nada...-respondeu frustrada e impressionada.
-Eu consegui arrancar 12 Lagoas Azuis e um beck, ahahahahahahaha.
-Droga Clark, isso era importante...agora estou com você aqui sem nenhum furo, bêbado e chapado.
-Chapado de amor, Lois.

Lois virou-se de costas para o parapeito do terraço novamente com raiva, fazendo com que sua saia levantasse com o vendo.
-Humm, nossa Lois. Por que faz essas coisas comigo – perguntou se aproximando apoiando as duas mãos lado a lado do corpo de Lois pressionando-a contra a mureta.
-Clark!
Ela não deu atenção à repreensão de Lois e afundou seu rosto no pescoço da repórter.
-Humm, que cheiro bom – sussurrou no pescoço de Lois que semicerrou os olhos.
-Clark...está bêbado – conseguiu dizer baixinho.
-Hum hum, mas isso não quer dizer que eu não saiba o que estou fazendo – subiu a mão direta por entre as pernas de Lois que gemeu baixinho.

Clark se afastou um pouco do corpo de Lois. Passou o dedo indicador no montinho de carne que estava completamente nua em contato com a sua pele e sussurrou no ouvido dela
- Sem calcinha é?
-Era para não marcar o vestido...-disse um pouco enrubescida.

-Sei... – respondeu levantando o vestido. Clark se apropriou da visão do bumbum de Lois e com as duas mãos, apertou-lhe as nádegas com força, mordiscando sua orelha ao mesmo tempo. Curvou-se mais diante do corpo dela e arriou uma das alças do vestido. Acariciou-lhe o seio esquerdo. Sua língua agora adentrava ferozmente pela orelha de Lois que movimentou um pouco o seu rosto para que pudesse alcançar a boca do moreno.
Clark retirou a língua da orelha e enfiou boca e garganta adentro de Lois. Enquanto beijava Lois, Clark retirou a mão de Lois e desatou o cinto da calça e baixou o zíper. Puxou os quadris de Lois e começou a esfregar o membro já duro, fazendo movimentos circulares. Sem dizer nada, penetrou Lois lentamente. Ela se agarrou ao parapeito com as suas mãos cedendo a cabeça para trás, gemendo com a ação.
-Isso...assim....-disse ela, entre os dentes.
Um som ao fundo podia ser ouvido...era novamente a música pedida. Embalados pelo ritmo da dança, Clark metia com cada vez mais força em Lois que fechou completamente os olhos, entregue aquele embalo gostoso. Clark podia sentir o gozo chegar e debruçou sob o corpo de Lois agarrando-se na cintura dela. Ele gemeu forte quando o líquido transparente e quente invadia o corpo em êxtase de Lois. Escorrendo pelas pernas de Lois, Clark lentamente retirou a camisa social que estava usando, embolou e limpou as pernas de Lois.

-Acho que manchei sei vestido – disse sem graça.
-Não tem problema, seu bobo.- Lois o beijou docemente e em seguida limpou o suor da testa de Clark.
-Eu sou completamente louco por você – disse sorrindo, balançando suavemente o corpo ainda provocado pela bebedeira.
-Lois...
-Sim...
-Acho que estou passando mal – foi o tempo de dizer a última palavra. Clark pois-se ao lado de Lois e vomitou. Vomitou muito.
-Clark!! Meu Deus!! Vamos, você não está bem...eu te levo.
O moreno limpou a boca com as costas da mão.
-Agora eu não vou mais poder beijar você, não é?
-Daqui a pouco vai...vamos eu te levo pra casa.

Algum tempo depois, chegando a casa de Lois, Clark entrou no apartamento às escuras, capotando até o banheiro. Lois acendeu uma ou duas luzes de abajures e seguiu para o banheiro. Ele estava completamente nu.
-Estou esperando para me dar um banho. Não é assim que se faz quando as pessoas estão bêbadas?-Lois o observou falando, correndo seus olhos para o corpo escultural do homem a sua frente.
-Entre na banheira, vou pegar umas toalhas.
Ele fez como pela pediu e na seqüência Lois se ajoelhou ao lado da banheira, pegou uma esponja e um pequeno frasco que despejou de água sobre a cabeça de Clark.
-Está bom assim?
-Estaria melhor se você estivesse aqui comigo? Você não quer entrar???
-Não esta noite. Agora você tem que ficar sóbrio.

Lois pegou um xampu e colocou um pouco em sua mão. Massageou os cabelos de Clark até fazerem espuma.
-Hummm, isso é tão gostoso. Está me dando sono.
Lois despejou novamente a vasilha com água sobre a cabeça de Clark que fechou os olhos. Ela pediu para que ficasse em pé e retirou a tampa da banheira. Logo á água escoou. Clark, ainda tonto se apoiou em Lois que ligou o chuveiro com água absurdamente fria.

-Está fria!!!
-É para melhorar!!!
-Eu já estou boooommm!!
-Não está não!! Agora fique aí que eu já volto.
Lois foi e voltou em segundos com um copo de água e dois comprimidos.
-Chega, agora se seque e tome isso.
-Mas eu já estou bom!!
Clark tomou os comprimidos a contragosto e Lois o ajudou a ir pra cama.

Na manhã seguinte, Clark despertou num conforto que não era o dele. Abriu os olhos de supetão. Percebeu que não estava mais sobre o feito da bebida. Olhou ao redor e viu que Lois já tinha saído. Um pouco atrasado, ele despontou pelo DP e viu Lois apoiada sobre a máquina de Xerox.

-Ah, bom dia Smallville, você dormiu bem?
-Claro que dormi. Apesar de não me lembrar como fui parar na sua cama. O que foi que aconteceu?
-Muito bem Clark Kent, agora vai mandar a desculpa de bêbado: sempre esquece de tudo. – disse saindo em direção à sua mesa.
- Eu me lembro muito bem das coisas que Hip Hop Jack falou-disse retirando do bolso um pequeno gravador.
-Clark você é um gênio! Isso significa que teremos matéria?
-Claro!
-Isso é ótimo!
-Ah Lois...
-Sim...
-Também me lembro de você estar sem calcinha, igualzinho à hoje.
Lois paralisou no meio de seu trajeto até sua mesa enquanto Clark continuou.

Para se Inspirar... Clois - Come Undone, by LUVCK





Eu adoro essa música.

Os 7 Contos Proibidos Clois II - Feliz Ano Novo



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A pergunta é: Gostaria de comemorar o seu desse jeito?



Tess anunciou a festa de fim de ano a todos os funcionários do DP por email.
Enquanto Lois lia o convite, abocanhava uma rosquinha com calda de chocolate, alternando com goles de café.

Clark observava com cuidado a atenção de Lois na tela do computador.

- O que é tão interessante?

-Você não abre seus emails, Clark? É a festa de ano novo do DP. Aqui diz que será bem tradicional: fantasias e balões...

- Hum, nem perco meu tempo.

- Nem o meu! Aliás, eu já tenho convite para uma festa muito mais interessante que esta- disse com ar de desdenho.

- Ah, é? Onde?

- Hã... num...lugar muito mais legal, oras...

- Ok, Lois... já entendi – disse Clark, baixando os olhos para o teclado, voltando ao trabalho.

-Entendeu o que? Que não estou te convidando? Pois se você for esperto, vai saber que estou falando... – impulsionou a cadeira para perto de Clark e baixou o tom de voz – que estou inventando tudo isso pra que nós possamos vir à festa disfarçados!

- Lois e porque eu viria à festa disfarçado, já que é uma festa a fantasia e eu já estaria disfarçado? Ficou maluca?

- Escute shiiiiii... fale baixo. As pessoas não precisam saber que viremos.
- Mas porque isso? – perguntou Clark, franzindo a testa.
- Vamos invadir a sala da Tess e descobrir o que ela anda fazendo com o Ollie.
- O quê??? Não, Lois! Nós não vamos arriscar nossos empregos e peles! Se a Tess descobrir...

- Não vai descobrir seu bobo! Afinal nós “não viremos à festa”, certo?

Clark só balançou a cabeça em protesto à invenção de Lois. Já ficou pensando na estratégia que vai usar, caso esse plano louco dê errado.


Em busca de uma fantasia que ajudasse a compor um visual interessante e que despistasse Tess, Clark correu por todas as lojas de fantasia e Metropolis, no entanto, a maioria já havia sido alugada. As vésperas do Ano Novo era difícil encontrar fantasias interessantes.

- Pois não, senhor? – indagou o atendente.

- Oi, eu estou procurando uma fantasia que pudesse me deixar bem dif...Lois????????

- O que está fazendo aqui? – Perguntou Lois, surpresa, saindo de trás de uma prateleira com uma fantasia uma tanto peculiar nas mãos.

- O que vai vestir?

- Ainda não sei, acabei de chegar. - disse olhando a fantasia nas mãos de Lois – Freira???

-É! Duvido que a Tess me reconheça! Isso vai ser genial! – Disse empolgada.

- É Irmã Lane, genial! – achando toda aquela situação engraçada.

- Muito bem, Clark, você pode rir agora, mas quando meu plano der certo e eu publicar “Tess Desmascarada” e eu ganhar um premio Politzer, duvido que você irá achar engraçado.

- Tudo bem, Lois, eu só acho tudo isso muito estranho.

- Ok, Clark, às nove?

- Claro.

Lois deu as costas e antes de cruzar a porta, virou o corpo e despediu-se com um sorriso de canto de boca, do jeito encantador que só ela sabe fazer. Clark correspondeu ao sorriso.

- Sua namorada é linda, senhor.

- É linda, mas ela não é minha namorada... ainda. Não oficialmente – disse Clark se voltando para o balcão, sorrindo discretamente.

A noite cai e Clark chega ao apartamento de Lois.

Lois atende a porta, vestida com o hábito, paralisada:

- Clark!!!

- Droga, era pra você não ter me reconhecido! Mesmo assim, acha que a Tess vai me reconhecer com essa roupa? – O repórter simplesmente vestia uma calça preta, um colete branco puro sobre a pele e usava uma gravata borboleta. Para completar o visual altamente exótico, usava uma máscara que sobressaía seus lindos olhos azuis e muito gel no cabelo penteado para trás – Gogo boy.

- Isso é... – Lois estremeceu a voz – é... é...

- Eu sabia que ficaria legal!

-... ridículo!

- Ah, Lois, pega leve! Não tinha mais nada de interessante na loja.

- Você... vai sentir frio com essa roupa, quer dizer, roupa nenhuma!

- Ei! Eu não tenho culpa se você quis usar essa fantasia de freira!

- Mas é claro! Assim não tem como ela me reconhecer!

- Ok, Lois... a Tess reconheceria você até com uma saco na cabeça. Não ta vendo que esse plano não vai dar certo? Por que não aproveita pra se divertir um pouco?

- Não é me divertindo que vou ser a melhor repórter do Planeta Diário.

- Está bem, então vamos repórter – disse pegando Lois pelo braço a conduzindo para fora do apartamento.

Na festa, Lois foi adentrando passando pelos convidados, sempre pedindo passagem. O ambiente era animado e agradável. As pessoas estavam bem fantasiadas e compunha um colorido atrativo no lugar. Clark chegou logo atrás. As mulheres se contorciam de desejo por onde ele passava. Lois acompanhava os movimentos de Clark com os olhos. Se enveredando pelo meio da multidão, alcançou e ficou atrás do moreno observando as mulheres sussurrando no ouvido umas das outras até que uma loira se aproximou dele. Ela prontamente entrou na frente de Clark, provocando surpresa no repórter:

- Cai fora, piranha! – e a moça tratou de sair de fininho.

- Lois! Pra que tanta grosseria? – reclamou Clark.

- Ora, você estava gostando afinal.

- Eu? Você só pode estar brincando, Lois. A moça não deu nenhuma palavra.

- Porque não deu tempo! Porque você está estragando o plano, Clark. Está chamando a atenção dessas galinhas de plantão.

- Lois, tenha calma!

- Não dá pra ficar calma com você vestido desse jeito!

Lois começou a chamar a atenção dos convidados da festa.

Clark pensou rápido e pediu ao DJ para agitar a festa com alguma música. O DJ prontamente atendeu o pedido e descolou Timbaland e Nelly Furtado com Timbaland.

- Vamos, Lois é a nossa deixa. – pegou Lois pelo braço e foi saindo a francesa do ambiente em direção à sala de Tess.

- Olha aqui! Você pensa que eu não vi a olhada que você deu naquela ruiva antes de eu chegar perto de você? – perguntou Lois extramente irritada.

- Você está sonhando...eu nem sei do que você está falando?

- Não se faça de idiota!

- Shii, vem vindo alguém!!!! – disse Clark empurrando Lois para uma salinha apertada. Tess atravessou o corredor falando ao telefone:

- Eu disse para eliminá-lo de uma vez. Não quero dramas; Faça já o que meu mandei ou considere-se deportado, idiota.

Clark cobria a boca de Lois com uma das mãos com o corpo pressionando o de Lois contra a parede. Lois arregalou os olhos, sentindo o corpo dele sobre o dela. Seu coração disparava a cada respiração dele sobre ela. Quando Clark se voltou para ela, também sentiiu seu coração acelerar.

- Por que fazer essas coisas comigo?

- Fazer o que, Lois? – disse Clark pressionando-a ainda mais contra a parede. Lois engoliu seco e mal conseguia pronunciar as palavras.

- Isso... de ficar provocando.

- Provocando quem Lois? Elas ou você? – provocando ainda mais a “raiva” de Lois.

- Fique longe de mim!

- Dessa vez não Lois.

Clark arrancou o véu dos cabelos de Lois, deixando-os revoltos.

- Pare com isso, Clark! – reclamou Lois em protesto.

- Eu odeio isso que está usando.

- Eu também odeio isso que está usando! – disse ela arrancando a máscara do rosto de Clark – e isto também! – rasgando o colete dele em seguida.

- Droga, Lois eu tinha de devolver isso!

Clark retribuiu a violência de Lois e rasgou a saia do hábito deixando as coxas de Lois totalmente a mostra, de maneira que se podia ver a calcinha de renda branca.

-Shii, alguém vem vindo outra vez! – Puxou Clark para si, cobrindo sua boca da mesma forma que Clark o fez.

Mas desta vez era diferente.

Depois de Tess passar pelo corredor novamente, Clark permaneceu no lugar, sentindo a pele das coxas de Lois, discretamente deslizando suas mãos, enquanto Lois deslizava lentamente as suas mãos pelas costas nuas dele.

- Espere... ela ainda pode voltar.

Nos rostos, duas bocas praticamente imploravam para serem beijadas. A respiração ficou ainda mais tensa conforme as mãos de Clark iniciaram uma ousadia prometida. Para cima e para baixo, ele acariciava as coxas de Lois até que ele as deslizou para dentro delas.

- Eu não estava olhando pra ninguém Lois. Só tenho olhos pra você. Não está vendo isso?

Com os lábios entreabertos, ela deslizou uma das mãos para a nuca de Clark e suas línguas invadiram o espaço de suas bocas. Num ato de desespero por querê-la tanto, Clark sugou a língua dela, provocando um gemido. Ele terminou de arrancar o hábito deixando apenas lingerie branca à mostra. Ele enfiou a mão dentro da calcinha e Lois e no momento que ela pronunciava um gemido, ele vedou sua boca novamente com seus lábios.

- Shii, não podemos ser descobertos.

Ela semicerrou os olhos e sussurrou em seu ouvido:

- Pare de me torturar...

Clark considerou o pedido como um apelo. Desceu o corpo até ficar na direção dos quadris de Lois. Pegou as laterais da calcinha, uma de cada lado e escorregou-a lentamente até que ficasse presa a um único pé. Clark suspendeu uma coxa de Lois de modo que deixasse caminho aberto para saborear toda aquela excitação. Lois agarrou-se aos ombros de Clark.

- Clark... – suplicou Lois.

- Me deixa fazer, eu sempre quis fazer isso.

Lois, com a face avermelhada, mordeu o lábio, balançando a cabeça num gesto simples de afirmação.

Clark iniciou com um beijo suave sobre a pele nua e lisa da feminilidade de Lois. Logo sua língua atrevida dançava sobre ela lentamente. Lois mordia o lábio e tapava a boca para que ninguém pudesse ouvir os gemidos dela.

Mais ousado, o rapaz queria descobrir como era experimentar Lois. Com os dedos, abriu um pouco a carne que protegia a parte mais interessante da brincadeira. Com toda a língua projetada pra fora, ele se deliciou como quem lambe um sorvete saboroso. Repetia e repetia os movimentos. Lois não agüentava mais tudo aquilo e sentiu o gozo invadir o corpo ao cravar as unhas na pele resistente dos ombros de Clark que observava maravilhado a moça se contorcer e envergar o corpo contra a parede.

Clark se levantou e agarrou as pernas de Lois, suspendendo-as. Só deu tempo de arriar o zíper para que o membro latejante invadisse deliciosamente o segredo já totalmente molhado pelo gozo.

Ouvia-se a contagem regressiva para encerrar o ano de longe. Um suspiro semelhante a um soluço saiu da boca de Lois no momento da invasão súbita. Clark forçava o corpo de Lois contra a parede. As estocadas dele faziam soluçar ainda mais.

Nove, oito, sete... Ela tornou a cobrir os lábios da repórter. Por um instante, ele desceu a mão para um seio de Lois o puxou para fora do sutiã.

Seis, cinco, quatro... Ali sugou-o e mordiscou de leve aumentando o ritmo das investidas. Sentindo que o gozo estava próximo, Clark voltou-se novamente para os lábios de Lois e ela mordeu os dele.

Três, dois, um... Feliz Ano Novo! Ele deixou-se invadir por aquela sensação única e maravilhosa. Ele colocou-a de volta ao chão afogando seu rosto na curva do pescoço dela. Voltou-se para ela:

- Feliz Ano Novo, Lois – os lábios se tocaram levemente.

- Feliz Ano Novo, Clark – respondeu sorrindo.

- Ainda quer invadir o escritório da Tess? – perguntou Clark, sabendo da resposta que estava por vir.

- Vamos pra casa – disse envolvendo os braços no pescoço dele.

Clark envolveu o resto de roupa que sobrou do hábito em Lois que fechou os olhos. Colocou-a no colo e saiu do quarto e deu de cara com Tess pelo corredor. Estagnado não sabia o que falar.

- Hunf... patético quando uma pessoa não sabe beber. Leve esta bêbada pra casa, Clark.

- É o que pretendo fazer.

Tess voltou para sala, enquanto Clark conduzia Lois para o corredor.

Para se Inspirar... Smell of Desire, by LUVCK





Meu fan video favorito... deliciem-se!

Os 7 Contos Proibidos Clois I - Fetiches



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A pergunta é: Qual é o seu? Rs...


Um dia bem desgastante no DP.

Uma matéria complicada e muito detalhada precisava ser entregue para o café da manhã dos leitores do dia seguinte.

Lois e Clark trabalharam arduamente em suas mesas para fechar o artigo.

- Pronto! Não acredito que terminei, ufa! – disse Lois suspirando em sua mesa, teclando as ultimas letras da matéria no computador.

- Você quer dizer nós, certo? – disse Clark se esquivando da tela do computador para olhar nos olhos de Lois.

- Claro, claro...mas vamos combinar que eu já tinha marcado essa pista, Smallville.

- É...sempre se arriscando demais, Lois.

- Oras! Mas é assim que se faz uma grande matéria! Você nunca ouviu falar em furo de reportagem? Afinal, o que seria um furo, senão algo totalmente imprevisível?

- Mas fingir que é prostituta para pegar um mafioso, Lois?? Isso é arriscado demais! Você poderia ter...

- Eu sei, eu sei...mas nós pegamos o cara, não pegamos?

- Pegamos sim... – disse Clark pegando o paletó e desligando o monitor.
- Ei...o que foi? Perguntou Lois segurando em seu braço. Clark para e olha profundamente nos olhos de Lois.
- Esqueça... – disse saindo.



Lois pegou sua bolsa e ajeitou os sapatos. Ela ainda não havia retirado seu disfarce de prostituta, composto por um corpete vermelho que exaltava seus seios deixando-os voluptuosos, uma saia de couro preta e uma sandália preta de tiras que contornavam sua perna até os joelhos na cor cobre. Um batom vermelho paixão extremamente ousado contornava seus lábios e uma maquiagem carregada nos olhos terminava de compor o visual sexy e vulgar.

- Espere Smallville, o que quer dizer com esqueça, volte aqui! – disse subindo as escadas correndo com dificuldade por causa dos saltos finos da sandália.

- Eu vou pra casa, Lois – disse Clark alertando Lois, dando a volta para o lado do motorista no carro, um sedan corolla prata. Desta vez, ele não estava com sua S10 vermelha.

- Você não vai enquanto não disser o que está acontecendo com você! – Lois entrou no carro sentando no banco do carona.

Clark suspirou fundo e entrou no carro também e saiu com o carro.

Nos primeiros 10 minutos de direção ficaram em silêncio. Clark só ouvia o tamborilar dos dedos de Lois em cima do painel do carro.

- Lois você quer parar com isso!

- Por que não me diz o que está acontecendo? Foi porque eu disse “não acredito que terminei”, ahn?

- Não! – respondeu incisivo.

- Então o que é droga! – Um raio atravessa a estrada fazendo todo o caminho se iluminar. Lois se assusta movendo-se no banco.

- Droga, Lois! – exlcamou irritado – Eu... – olhou de soslaio o decote avantajado de Lois – precisava você se vestir desse jeito??
Lois voltou-se para o decote.

- Clark, você já viu muito mais do que isso! Fato... – a chuva torrencial começa a cair na estrada, Clark liga pára-brisas na velocidade máxima.

- Mas eu...me incomoda vê-la vestida assim, pronto falei!!!!!!
Lois franziu a testa com a resposta de Clark. Um trovão se lança no espaço fazendo o som alto penetrar nos ouvidos dela.

- Clark, eu já disse que estou vestida assim por causa da matéria. O que quer que eu faça, hein? Me vista como santa pra atrair o cara? Ficou louco? - Perguntou nervosa.

- Não foi isso que quis dizer... – disse olhando para o outro lado, tentando disfarçar a timidez.

- Foi o que então? O que quer que eu faça??? – disse Lois aos berros – pare o carro...eu disse pra parar esse carro agora!!

Clark encostou e parou o carro no meio da chuva. Lois saiu carro e bateu a porta.

- Lois! – gritou Clark. Mas foi em vão. Lois já estava na frente do carro, toda molhada, iluminada pelo farol do carro.

Lois ficou parada batendo o queixo por causa da água gelada que caia sobre seu corpo, enquanto Clark assistia a cena por alguns segundos, atônito pela reação da repórter. “Lois, o que está fazendo?” pensou.
- Ok, Smallville, se a roupa que estou vestindo está incomodando você, eu tiro.
Lois colocou o pé esquerdo em cima do capô no carro com cuidado e desamarrou as tiras, retirou a sandália.

Ao levantar o pé, Lois exibia a calcinha transparente na cor vermelha sob a saia. Clark não conseguia se quer fechar a boca que estava entreaberta, sem esboçar nenhuma reação.

Ela retirou o pé desnudo e colocou o outro fazendo a mesma coisa proporcionando a mesma visão ao moreno.

Ela não tirava os olhos dele um minuto sequer.

Colocou as duas mãos no zíper lateral da saia, abriu e a deslizou pelo corpo até o chão, expondo completamente a calcinha vermelha e transparente.

Clark não conseguia mais esperar. Abriu a porta do carro saiu e a bateu violentamente. Avançou pra cima de Lois como um leão à caça de sua presa. Sua boca tomou os lábios de Lois fervorosamente.
Visivelmente irritado ordenou quase entre os dentes:

- Tira isso agora! - Suas mãos simplesmente arrancaram o corpete vermelho, lançado ao chão.

Clark suspendeu Lois pelas pernas e a deitou sobre o capô. Totalmente nua e molhada, ela se deixou levar. Apertava os seios firmes de Lois sugava-os com desejo debruçado sobre ela. Lois tirava a camisa, já encharcada a fim de tocar aquele peito forte e definido. Ele desceu seus beijos pela barriga de Lois e sorvia toda a água que a chuva inundava sua pele.

Ela gemia... sua cabeça batia no capô vez ou outra ao se contorcer de prazer.

Levantou as pernas de Lois em cima dos ombros e retirou a calcinha rapidamente. Deslizou dois dedos por cima da intimidade dela, fazendo-a se agarrar ao pára-brisas. A masturbava enquanto desenhava letras com o polegar da outra mão sobre o bico do seio.
- Oh, Clark... – Ele não resistiu ao chamado. Ainda de calças, apenas retirou o membro latejante por aquela quente, fechada e molhada flor. Ele colocou as pernas de Lois sobre seus ombros, uma de cada lado e acariciou a curva acima de suas coxas. Segurou com firmeza os quadris dela e se encaixou em Lois, ela perdeu a respiração por alguns segundos. Um gemido de satisfação foi pronunciado dos lábios dele. Com movimentos moderados, ele iniciou aquela dança deliciosa. Os seios de Lois balançavam para a visão e o deleite de Clark que gemia cada vez mais alto. Ele queria penetrá-la ainda mais profundamente e suas mãos seguiram para os ombros dela, forçando se corpo contra si.

Lois sentia fundas as estocadas, causando um êxtase sem igual. Toda aquela chuva que não parava de cair sobre seus corpos era a única testemunha daquele sexo ousado e delirante na estrada deserta.

A morena foi ainda mais ousada desta vez. Puxou o rapaz para lhe falar no ouvido. Pediu algo que Clark nunca fizera antes.
-Por favor, eu quero ver você gozar...em mim.

Clark, num intenso frenesi não hesitou em atender ao pedido espontâneo de Lois. Ela permaneceu deitada sobre o capô do carro, enquanto ele se retirou dela. Ela sorriu marota e olhou faminta para o membro rígido dele e mordeu o lábio. Clark sorriu enfeitiçado pelo olhar ansioso de Lois. Ele mesmo deslizou a mão pelo membro fazendo movimentos rápidos. Para incentivar toda aquela loucura ela começou a acariciar os próprios seios enquanto ele assistia e se masturbava enlouquecido. Não durou nem um minuto. O gozo invadia o corpo de Clark e resplandecia sobre a barriga de Lois. Seu sorriso tornou-se largo, cheio de satisfação. Clark se debruçou novamente sobre Lois e plantou um beijo gostoso em seus lábios novamente.

Ele pegou a camisa sobre o capô e envolveu Lois.
- Vamos, vai pegar um resfriado. – disse suavemente abraçando-a.
Entraram no carro novamente. A chuva começava a passar. Agora caia suave sobre os vidros do carro, já se aproximava da Fazenda Kent.
- Chegamos...voc...– Clark olhou para o lado e notou que Lois havia dormido. Ele a pegou no colo e levou para dentro. Ainda adormecida, trocou a camisa molhada que envolvia o corpo da morena por uma de suas camisas aflaneladas vermelhas.

Como uma criança sonolenta, Lois se aconchegou na cama. Clark retirou a calça, e trocou a cueca Box por um samba-canção azul. Pegou o lençol e puxou cobrindo o casal que se aninhava para dormir sossegado e satisfeito.
- Se toda vez que eu me vestir assim e fizermos essas coisas, vou andar praticamente nua.

Disse ainda de olhos fechados se chegando ao peito de Clark que apenas sorriu e apagou a luz abajur.